terça-feira, 8 de outubro de 2013

TOLERÂNCIA OU ÓDIO A VERDADE?

PROIBIDO FALAR A VERDADE!

Estamos presenciando o surgimento de um cristianismo que debaixo de um manto de "amor e tolerância cristã" encobre um ódio a verdade, que se coloca em evidência ao opor-se sistematicamente a todos aqueles que cumprindo o mandado de Deus contendem pela Verdade.

É um cristianismo que não se sente compelido a julgar a maldade, o abuso e o engano, porque é um cristianismo sem Cristo, é um cristianismo que se levantaria contra Aquele que tomando um chicote de cordas limpou o Templo dos ladrões! É um cristianismo que condenaria ao Apóstolo Paulo por declarar malditos os falsos mestres da Galácia.

Os que fazem parte deste cristianismo não tem a Vida de Deus. Porque essa vida é a que leva todo nascido de novo a amar a Verdade e portanto defendê-la, assim como também é a Vida de Deus a que os leva a repudiar aqueles que por avareza fazem comércio com as almas.

Se negam a julgar os falsos mestres é porque são cumplíces deles, tem a sua mesma natureza, e quando se negam a julgá-los não fazem outra coisa a não ser velar por seus próprios interesses, pois quando os absolvem na realidade absolvem-se a si mesmos.

Este é o cristianismo que será englobado pela grande prostituta, para formar parte da religião mundial única.

Quero deixar bem claro que esta declaração não está dirigida aqueles irmãos que por desconhecimento creem que é ruim julgar ou nomear os apóstatas, em casos assim a única coisa que cabe é instruir-lhes em amor como quem treina um soldado para a guerra, da mesma forma alguns devem ser instruídos e preparados para batalhar pela verdade, sem dúvida os tais aprenderam e Deus lhes dará entendimento.

Pois bem, então a quem isto é dirigido? É dirigido a todos aqueles que sistematicamente se opõe obstinadamente a tarefa de contender pela verdade, expondo as falsas doutrinas e expondo aos mercadores do templo.

Esta declaração esta dirigida aqueles que debaixo de uma cortina de "amor e tolerância" vem a colocar obstáculos a tarefa daqueles que estão trabalhando para libertar os cativos proclamando-lhes a verdade, a sã doutrina. Com tais pessoas não temos margem para outra coisa que não seja falar-lhes de forma muito clara e direta, de modo que entendam de forma contundente, que não vão nos deter, e que o melhor que podem fazer é desistir de seus esforços para desviar-nos de nossa missão. Aos tais lhes exortamos que se rendam a verdade, desejamos de todo coração que Deus lhes conceda arrependimento e que escapem do laço do engano em que se encontram.

Quando falamos sobre guerra não estamos falando de guerra física, não temos um inimigo físico mas sim espiritual, nossas armas portanto também são espirituais e poderosas em Deus. Não usamos aviões caça, bomba atômica, não usamos poder econômico, poder político, não usamos poder financeiro, mas nossa arma é a Palavra de Deus. Nós lutamos contra os espírito malignos nas regiões celestiais, não lutamos contra a carne e o sangue, não lutamos contra pessoas, não desejamos a morte de pessoas. Moisés não montou um exército para tirar o povo do Egito, ele usou a Palavra de Deus, não a força e nem a violência.

*O texto acima, exceto o último parágrafo que é um comentário meu, foi retirado da internet e traduzido do espanhol para o português por mim. Como prometido, o autor chama-se Daniel Nicolas Pastore e eu o encontrei no facebook Lucha Total Contra  la Apostasia.

Um comentário:

  1. acredito que você está sendo usado por Deus para abrir os olhos de muita gente . Embora eu tenha algumais coisa que não concorde com você .
    Luis Francisco .

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